segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

contratar a PROGEN é um erro de gestão e uma fraude




INCOMPETENCIA ATÉ PARA ROUBAR
Ou porque razões técnicas e legais impedem a contratação de uma fiscalizadora de projetos por um órgão público... ainda mais a PROGEN, fiscalizadora da mineradora VALE.




Sempre discuti com Valmir este potencial de fazer errado, de buscar puxadinhos, de enganar as pessoas, como tentam a maioria dos políticos e os ditos “técnicos” atrelados a eles. Vejam o caso do Gesmar na SAAEP. Tentou  de tudo, trabalhou, fez acordos, superou o politico Horácio na indicação da máquina a deputado estadual. Deixou um bom trabalho entregue a auxiliares incompetentes e todo o feito volta para a estaca zero. Se não fosse a presença do Sergel, estaria tudo perdido.

Esta contratação da PROGEN, FRAUDULENTA, vexatória, é a irresponsabilidade gerencial elevada a enésima potencia. Há documentos no Ministério das Cidades com erros de digitação. Toda a preparação para a contratação da PROGEN foi feito em seu escritório, no Rio de Janeiro. A ponto de documentos terem sido esquecidos e ao colocarem cidade e estado, colocaram Parauapebas/RJ.



E os serviços e construção da orla começam mal. Empreiteiras da Operação Lava Jato estão envolvidas na fraude, como QUEIROZ GALVÃO  E ANDRADE GUTIERREZ. Através de QUEIROGA e seus antigos contatos dos tempos da VALE. É, começam a aparecer os peixes graúdos no encalço de Valmir da Integral e sua falta de habilidade em lidar com a coisa alheia. Acostumado a roubar ideias, talento, projetos e gestão, agora entra no séquito dos ladrões do dinheiro de ninguém – dinheiro público.

Agravado pelo fato da justiça local, MPE e órgãos fiscalizadores estarem comprometidos, seja por relação de amizade com procuradores, advogados e o próprio e tresloucado prefeito, seja por não se verem na obrigação de fazerem seu serviço, delegando-o a população de volta.

EJA FORAM FEITOS PAGAMENTOS A PROGEN. Milhões, antes mesmo do começo da prestação de serviços. É um absurdo, fornecedores locais sem receber, funcionários demitidos, cortes e esta empresa alienígena recebendo milhões antes dos trabalhos se iniciarem.

E atenção, há o risco de fraude nos estudos prévios para a construção da orla. Além da empresa do prefeito esta na linha de desapropriação – o que é muito, mas muito mesmo – GRAVE, não temos histórico de estudos ambientais e geológicos.  Perguntem para o corpo técnico da própria SEMOB. Não há estudos de declividade natural e geológica de Parauapebas, não há levantamento aerofotometricos, não há mobilização social, não há um sistema de coleta e tratamento de esgotos para a construção da orla ser um acabamento natural e não mais um problema -  e que problema – ambiental para nossa querida cidade.

Tal como no transporte, compraram as vans e lotaram a cidade, mas os estudos prévios de mobilidade nunca foram feitos. E duvido que seja veículos novos. A bilhetagem ainda é caduca e não vai deslanchar para um sistema responsável e eficiente de transporte publico.

Uma pena, vários crimes e este silencio covarde.  Sem o SOL DO CARAJAS, talvez todos estivessem ainda acreditando nesta festa de vampiros que se tornou o Morro dos Ventos. Lamentável.