terça-feira, 2 de maio de 2017

Modernidade e renovação



DNIT apresenta nova versão do Sistema de Custos Referenciais de Obras
Terceira versão do sistema tem 6.060 composições de preços de drenagem e obras de correntes, hidrovias, sinalização rodoviária, superestrutura ferroviária e túneis, entre outros
Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
27/Abril/2017








O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) apresentou na última quarta-feira (26) em Brasília, no Distrito Federal, a terceira versão do Sistema de Custos Referenciais de Obras (Sicro) para seus diretores, colaboradores e parceiros. A atualização foi desenvolvida em parceria da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Usado por projetistas, construtores, fornecedores, empresários e órgãos governamentais, o Sicro é uma ferramenta para auxiliar na elaboração de orçamentos de projetos rodoviários e licitação de obras, com finalidade de sempre manter a definição de custos atualizada.

A nova versão do sistema terá no total 6.060 composições de preços, sendo 2.012 de drenagem e obras de correntes; 893 de hidrovias; 612 de obras de arte especiais; 448 de sinalização rodoviária; 352 de superestrutura ferroviária; 279 de terraplenagem; 231 de pavimentação rodoviária; 121 de manutenção rodoviária e 62 de túneis.

"[O novo SICRO] possui como uma das principais marcas trazer mais qualidade ao orçamento público e acelerar a elaboração de orçamentos. Só o DNIT tem cerca de R$ 40 bilhões em contratos construídos sobre a base do sistema, e que o know-how e as constantes revisões e atualizações são suficientes para despertar o interesse por sua utilização", explica Luiz Heleno Albuquerque Filho, Coordenador-Geral de Custos de Infraestrutura de Transportes do DNIT.

Utilizam o sistema órgãos como Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Ministério da Integração Nacional; Valec Engenharia, Construções e Ferrovias; Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Brasil terá US$ 300 milhões para investimento em obras de energia renovável
NDB fecha contrato BNDES para financiar projetos de geração a partir de biomassa, biogás, resíduos agrícolas e energia eólica, solar e hidroelétrica
Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
28/Abril/2017




O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, em inglês), assinou na última quarta-feira (26), em Brasília, contrato com Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para financiar US$ 300 milhões para investimento na geração de energia renovável alternativa no Brasil.

Atualmente o País possui 60% de sua geração originando da energia hidrelétrica e, mesmo sendo de uma matriz elétrica renovável, seu sistema fica comprometido a efeitos de mudanças climáticas, como períodos de seca. Assim, o BNDES espera que o financiamento possa ajudar a fomentar a geração de energias alternativas.

Com prazo de 12 anos, carência de três anos e meio e taxa de juros baseada na Libor, o empréstimo tem como estimativa aumentar a capacidade de geração brasileira para 600 MW a partir de biomassa, biogás e resíduos agrícolas, além do incentivo de uso e geração de energia eólica, solar e hidroelétrica (com pequenos centros).

Criado em 2014, o NDB é um banco de desenvolvimento multilateral administrado pelos países componentes do BRICS, com objetivo de promover a cooperação financeira e entre os países emergentes. Desde sua fundação, o NDB já realizou duas operações com a China, totalizando investimento de US$ 379 milhões, duas com a Índia de US$ 600 milhões, uma com a Rússia de US$ 100 milhões e uma operação com a África do Sul de US$ 180 milhões.